As 10 Pragas do Egito são uma das partes mais conhecidas da história de Moisés e também podem render um momento muito interessante de aprendizado com as crianças.
Rãs por toda parte, gafanhotos, granizo, escuridão… são acontecimentos tão diferentes que os pequenos costumam prestar atenção e querer saber o que veio depois.
Aqui em casa, quando contei essa história, foram justamente os “sapinhos” e os gafanhotos que mais chamaram a atenção dos meus filhos.
Para eles, algumas dessas cenas parecem quase engraçadas.
Entretanto, como mãe, confesso que existe uma parte que ainda considero difícil de contar: a décima praga.
Por isso, acredito que podemos ensinar essa passagem com fidelidade à Bíblia e, ao mesmo tempo, respeitar a idade e a maturidade das crianças.
Neste artigo, vamos conhecer quais foram as 10 Pragas do Egito em ordem, entender por que elas aconteceram e conversar sobre os principais ensinamentos dessa história.
Além disso, você encontrará as 10 Pragas do Egito para imprimir, com 10 atividades para colorir em PDF gratuito para usar em casa, no Ministério Infantil ou na Escola Bíblica Dominical.
As 10 Pragas do Egito na Bíblia
A história das 10 Pragas do Egito é contada principalmente em Êxodo 7 a 12.
Para entender por que elas aconteceram, porém, precisamos voltar um pouquinho na história.
O povo de Israel vivia oprimido no Egito, e Deus havia chamado Moisés para participar da libertação dos israelitas.
Depois de falar com Moisés na sarça ardente, Deus o enviou de volta ao Egito.
Junto com seu irmão Arão, ele deveria ir até o faraó e pedir que deixasse o povo partir.
É nesse momento que começa o confronto que antecede as dez pragas.
Atividade Bíblica Moisés: História para Crianças e PDF para Imprimir
Por que aconteceram as 10 Pragas do Egito?
O faraó não queria libertar os israelitas, que viviam sob a opressão dos egípcios.
Por isso, Moisés e Arão foram até ele levando a mensagem de Deus para que deixasse o povo partir.
Entretanto, Faraó se recusou. Mesmo depois de presenciar acontecimentos extraordinários, continuou resistindo.
Em alguns momentos, parecia disposto a permitir que o povo fosse embora.
Porém, quando a situação melhorava, voltava atrás.
Ao explicar essa atitude para crianças pequenas, gosto da palavra teimosia: Faraó teve oportunidades de obedecer, mas continuou resistindo.
As pragas, portanto, não aparecem na Bíblia como acontecimentos aleatórios.
Elas fazem parte do confronto que antecede a libertação do povo de Israel.

Moisés e Arão diante do faraó
Moisés não chegou ao palácio realizando aquilo que desejava por conta própria.
Ele cumpria uma missão que havia recebido de Deus e, além disso, Arão estava ao seu lado durante muitos desses acontecimentos.
Essa é uma distinção importante ao contar a história para as crianças: o poder não pertencia a Moisés.
Ele foi chamado para obedecer e participar daquilo que Deus estava realizando.
Faraó, por outro lado, continuava resistindo.
É fácil ler essa parte da Bíblia e pensar: “Mas depois de tudo isso ele ainda não entendeu?”.
Porém, quando olho para a história como adulta, também existe uma reflexão aí.
Nós mesmos podemos insistir em escolhas erradas, mesmo depois de perceber que precisamos mudar.
Uma reflexão para nós, adultos: é muito fácil apontar a teimosia de Faraó quando conhecemos o final da história.
Mais difícil é perceber as vezes em que nós também endurecemos o coração e precisamos reconhecer que é hora de mudar.
Para as crianças pequenas, podemos simplificar: Faraó continuou se recusando a libertar o povo e suas decisões tiveram consequências.
Então começaram as pragas.
Quais foram as 10 Pragas do Egito em ordem?
As 10 Pragas do Egito aconteceram em uma sequência narrada entre Êxodo 7 e 12.
Conforme Faraó continuava resistindo à ordem de libertar os israelitas, novos acontecimentos atingiam o Egito.
Para as crianças, conhecer as 10 Pragas do Egito em ordem também ajuda a acompanhar melhor a história.
1ª praga: as águas se transformaram em sangue
A primeira praga atingiu as águas do Egito.
Conforme Êxodo 7:14–25, Arão tocou as águas do Nilo com seu cajado, seguindo a orientação dada por Deus, e elas se transformaram em sangue.
Os peixes morreram, o rio passou a cheirar mal e os egípcios não conseguiam beber daquela água.
Mesmo diante disso, Faraó permaneceu resistente e não libertou o povo.
2ª praga: as rãs
Como Faraó continuou se recusando a deixar os israelitas partirem, veio a segunda praga, relatada em Êxodo 8:1–15.
Rãs apareceram por todo o Egito. Elas estavam nas casas, nos quartos e até nos lugares onde os alimentos eram preparados.
Essa é uma das partes que mais chama a atenção dos meus filhos.
Para eles, imaginar um monte de “sapinhos” aparecendo em todos os lugares é muito mais engraçado do que desesperador.
Criança realmente consegue encontrar diversão onde um egípcio certamente não encontraria nenhuma. 😂
Faraó pediu que Moisés orasse para que as rãs fossem retiradas e disse que libertaria o povo.
Entretanto, quando o problema passou, voltou atrás.
3ª praga: pequenos insetos
A terceira praga aparece em Êxodo 8:16–19.
Arão feriu o pó da terra com seu cajado e pequenos insetos se espalharam pelo Egito, atingindo pessoas e animais.
Dependendo da tradução bíblica utilizada, podemos encontrar termos diferentes para esses insetos, como piolhos ou mosquitos.
Para trabalhar com crianças, não precisamos transformar essa diferença de tradução no centro da explicação.
O importante é compreender que Faraó continuava sem libertar os israelitas.
4ª praga: as moscas
Em seguida, conforme Êxodo 8:20–32, enxames de moscas invadiram o Egito.
A narrativa também destaca uma diferença importante: na região de Gósen, onde viviam os israelitas, aquela praga não aconteceria da mesma maneira.
Novamente, Faraó pareceu ceder. Contudo, depois que a praga terminou, voltou atrás e não permitiu que o povo partisse.
5ª praga: a peste nos animais
A quinta praga, relatada em Êxodo 9:1–7, atingiu os rebanhos dos egípcios.
Cavalos, jumentos, camelos, bois e ovelhas foram atingidos por uma grave peste.
Entretanto, o texto bíblico estabelece uma distinção entre os animais dos egípcios e os rebanhos dos israelitas.
Mesmo assim, Faraó não deixou o povo ir.
6ª praga: as feridas
Na sexta praga, narrada em Êxodo 9:8–12, Moisés e Arão lançaram cinzas para o alto, conforme Deus havia ordenado.
Então surgiram feridas dolorosas nas pessoas e nos animais.
Até mesmo os magos do Egito foram atingidos.
Nesse ponto da narrativa, as consequências estavam ficando cada vez mais graves.
Ainda assim, Faraó continuava resistindo.
7ª praga: o granizo
A sétima praga aparece em Êxodo 9:13–35. Uma tempestade muito forte atingiu o Egito, trazendo trovões e granizo.
Antes disso, houve um aviso. Aqueles que levaram a palavra de Deus a sério puderam proteger seus servos e animais.
Depois da tempestade, Faraó reconheceu que havia errado e pediu que Moisés orasse.
Porém, assim que a situação passou, novamente não cumpriu aquilo que havia prometido.
8ª praga: os gafanhotos
Em Êxodo 10:1–20, encontramos a oitava praga: os gafanhotos.
Eles chegaram em grande quantidade e consumiram aquilo que ainda havia restado das plantações depois do granizo.
Essa também desperta curiosidade por aqui.
Meus filhos gostam especialmente dos gafanhotos e das rãs — provavelmente porque, aos olhos de uma criança, uma história cheia de sapinhos e insetos parece quase uma aventura. 😅
No Egito, entretanto, a situação era séria.
Mais uma vez Faraó pediu ajuda, mas depois voltou a resistir.
9ª praga: a escuridão
A nona praga está em Êxodo 10:21–29.
Uma profunda escuridão cobriu o Egito durante três dias.
Enquanto isso, os israelitas tinham luz onde viviam.
Mesmo depois desse acontecimento, Faraó ainda não permitiu que o povo partisse nas condições apresentadas por Moisés.
Então, a história se aproxima da última e mais difícil das dez pragas.
10ª praga: a morte dos primogênitos
A décima praga é narrada principalmente em Êxodo 11 e 12 e precisa ser apresentada com mais cuidado quando estamos ensinando crianças pequenas.
Deus anunciou que os primogênitos do Egito morreriam.
Ao mesmo tempo, os israelitas receberam instruções específicas para aquela noite, relacionadas à primeira Páscoa.
Depois disso, a décima praga atingiu o Egito e houve grande tristeza entre as famílias egípcias.
Como mãe, essa é a parte da história que considero mais difícil de contar.
A ideia de filhos morrendo me assusta e, com crianças pequenas, prefiro explicar o que aconteceu de maneira breve, sem acrescentar detalhes que o ensino não exige naquele momento.
Isso não significa mudar a narrativa bíblica.
Podemos dizer simplesmente que os primogênitos do Egito morreram naquela noite e houve uma grande tristeza no país.
Depois dessa última praga, Faraó finalmente permitiu que os israelitas partissem.

O que as 10 Pragas do Egito ensinam às crianças?
Além de aprender quais foram as 10 Pragas do Egito, podemos aproveitar essa história para conversar com as crianças sobre obediência, escolhas e consequências.
Entretanto, é importante não reduzir a passagem à ideia de que “Faraó desobedeceu e Deus o castigou”. A narrativa é maior do que isso.
Existe um povo vivendo sob opressão, Deus ouve seu clamor e Faraó insiste em não libertá-lo.
Deus viu o sofrimento do seu povo
Antes mesmo das pragas começarem, a Bíblia conta que Deus havia ouvido o clamor dos israelitas.
Por isso, é importante mostrar às crianças que as pragas fazem parte de um contexto maior: havia um povo sofrendo e clamando por libertação.
Para os pequenos, podemos guardar uma verdade simples: Deus se importa conosco e podemos conversar com Ele quando estamos passando por momentos difíceis.
Nossas escolhas têm consequências
Faraó teve várias oportunidades de tomar uma decisão diferente.
Entretanto, repetidamente se recusou a libertar o povo.
Essa sequência ajuda a ensinar algo que as crianças começam a experimentar no próprio cotidiano: as nossas escolhas têm consequências.
Aqui em casa, não gosto de ensinar como se toda consequência ruim fosse simplesmente um “castigo de Deus”.
Em vez disso, procuro mostrar que determinadas escolhas podem produzir resultados que não são bons.
Assim, a criança começa a perceber que obedecer não é apenas cumprir uma regra por medo de punição.
Precisamos ter cuidado para não endurecer o coração
Quando lemos todas as pragas em sequência, chega um momento em que parece inevitável perguntar: “Depois de tudo isso, por que Faraó ainda continuava resistindo?”
Para crianças pequenas, podemos trazer essa reflexão para algo simples: quando percebemos que fizemos algo errado, não precisamos continuar insistindo apenas porque não queremos admitir o erro.
Podemos reconhecer, pedir perdão e tentar fazer diferente.
Deus é mais poderoso do que qualquer dificuldade
Apesar de ser um governante poderoso, Faraó não conseguiu impedir aquilo que Deus estava realizando para libertar seu povo.
Esse ensinamento também prepara as crianças para o que acontecerá depois, quando os israelitas chegarem diante do Mar Vermelho.
Por isso, a história não precisa terminar apenas como uma lista de acontecimentos impressionantes.
A mensagem é maior: Deus viu o sofrimento do Seu povo, ouviu seu clamor e agiu para libertá-lo.

Como ensinar as 10 Pragas do Egito para crianças?
Como são dez acontecimentos diferentes, pode parecer que precisamos preparar uma aula enorme.
Porém, uma leitura da história, algumas perguntas e uma atividade visual já podem ajudar bastante.
Aqui em casa, eu manteria a mesma rotina que costumo usar para outras histórias bíblicas: oração, leitura da Bíblia, explicação, atividade e uma oração para finalizar.
Nesse caso, contaria as dez pragas no mesmo dia, sem aprofundar excessivamente cada uma delas.
Conte primeiro a história completa
Antes de pedir que a criança memorize as dez pragas, permita que ela simplesmente conheça a história.
Explique quem era Faraó, por que Moisés foi falar com ele e por que o povo precisava ser libertado.
Em seguida, conte as pragas na ordem.
Não é necessário interromper cada acontecimento com uma explicação longa, principalmente com crianças pequenas.
Depois da leitura, podemos aproveitar justamente as cenas que despertaram mais curiosidade para reforçar aquilo que foi aprendido.
Use os desenhos para acompanhar a sequência
Depois de contar a história, os desenhos podem ajudar a criança a visualizar as 10 Pragas do Egito em ordem.
Enquanto ela colore, faça perguntas simples:
- Qual veio primeiro?
- Depois das rãs, o que aconteceu?
- Você lembra quando chegaram os gafanhotos?
- Qual foi a última praga?
Não precisamos transformar esse momento em uma prova.
O objetivo é descobrir o que a criança entendeu e ajudá-la a organizar aquilo que acabou de aprender.
Para as menores, podemos ajudar bastante. Já as maiores podem tentar recontar a história olhando para as imagens.
Converse sobre escolhas e consequências
Depois da história, podemos voltar à atitude de Faraó.
Para crianças pequenas, a explicação pode ser direta: ele recebeu oportunidades de obedecer, mas continuou se recusando a libertar o povo.
Suas escolhas tiveram consequências.
Entretanto, vale evitar ameaças do tipo “se você desobedecer, algo ruim vai acontecer com você”.
Em vez disso, podemos ensinar que reconhecer quando estamos errados e mudar de atitude é melhor do que continuar insistindo apenas porque queremos fazer do nosso jeito.

Termine com uma oração simples
Por fim, podemos agradecer a Deus pela história e pedir ajuda para colocar em prática aquilo que aprendemos.
Com crianças pequenas, uma oração curta já é suficiente:
“Deus, obrigado pela Tua Palavra. Ajuda-nos a ouvir a Tua voz, reconhecer quando estamos errados e escolher aquilo que é bom. Amém.”
Assim, a história não termina quando fechamos a Bíblia ou guardamos os lápis.
As 10 Pragas do Egito para Imprimir: PDF Gratuito
Para complementar a história, preparei 10 atividades das Pragas do Egito para imprimir e colorir, com uma página dedicada a cada praga.
Assim, as crianças podem acompanhar a sequência da narrativa enquanto observam e colorem cada acontecimento.
O PDF pode ser usado em casa, na Escola Bíblica Dominical ou no Ministério Infantil como apoio para uma aula sobre Moisés e a libertação do povo de Israel.
Você também não precisa utilizar todas as páginas de uma só vez.
Pode escolher algumas para a aula e guardar as demais para revisar a história em outro momento.
O que você encontrará no PDF das 10 Pragas do Egito
O material reúne 10 atividades bíblicas para colorir, com uma página dedicada a cada uma das 10 Pragas do Egito.
Em cada folha, a criança encontra uma ilustração, uma pequena explicação sobre o que aconteceu e uma referência bíblica.
As atividades seguem a ordem da narrativa:
- águas transformadas em sangue;
- rãs;
- pequenos insetos;
- moscas;
- peste nos animais;
- feridas;
- granizo;
- gafanhotos;
- escuridão;
- morte dos primogênitos.
Na atividade da décima praga, a ilustração não mostra a morte de uma criança.
A cena representa a noite da Páscoa com uma família israelita protegida dentro de casa.

Como usar os desenhos
Uma possibilidade é utilizar os desenhos conforme você conta a história.
Depois, enquanto a criança colore, faça algumas perguntas sobre aquilo que acabou de ouvir ou peça que tente recontar a sequência olhando para as imagens.
Na EBD, você também pode usar algumas páginas durante a aula e enviar outras para casa.
Assim, a família consegue continuar conversando sobre a passagem durante a semana.
Baixe as 10 Pragas do Egito para imprimir em PDF
Baixe gratuitamente as 10 Pragas do Egito para imprimir em PDF e escolha as páginas que deseja utilizar com as crianças.
Perguntas frequentes sobre as 10 Pragas do Egito
Quais foram as 10 Pragas do Egito em ordem?
As dez pragas foram: águas transformadas em sangue, rãs, pequenos insetos, moscas, peste nos animais, feridas, granizo, gafanhotos, escuridão e morte dos primogênitos.
Essa sequência é narrada ao longo de Êxodo 7 a 12.
Onde estão as 10 Pragas do Egito na Bíblia?
A narrativa das dez pragas está principalmente em Êxodo 7–12.
Antes disso, o livro de Êxodo apresenta a situação dos israelitas no Egito, o nascimento de Moisés e seu chamado por Deus.
Atividade Bíblica Moisés: História para Crianças e PDF para Imprimir
São 7 ou 10 pragas do Egito?
Na narrativa de Êxodo 7 a 12 são apresentadas dez pragas do Egito.
Elas começam com as águas transformadas em sangue e terminam com a morte dos primogênitos.
Quanto tempo duraram as 10 Pragas do Egito?
A Bíblia não informa diretamente quanto tempo durou todo o período das dez pragas.
Embora o texto apresente alguns intervalos e referências de tempo durante determinados acontecimentos, não fornece uma duração total clara.
Por isso, é melhor não afirmar um número específico de dias ou meses como se essa informação estivesse registrada na Bíblia.
O que aconteceu depois das 10 Pragas do Egito?
Depois da décima praga, Faraó permitiu que os israelitas partissem.
Entretanto, voltou atrás e enviou seu exército atrás deles.
Então acontece outro dos momentos mais conhecidos da história de Moisés: a travessia do Mar Vermelho.

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Se você está ensinando as 10 Pragas do Egito para crianças, pode continuar acompanhando a história de Moisés:
Atividade Bíblica Moisés: História para Crianças e PDF para Imprimir
Atividade Bíblica 10 Mandamentos: PDF para Imprimir
Outros materiais que podem complementar suas atividades bíblicas:
Atividades Bíblicas de Noé para Crianças
Jonas e o Grande Peixe para Crianças
Para terminar
As 10 Pragas do Egito podem parecer difíceis de apresentar às crianças em alguns momentos.
Entretanto, quando ensinamos a passagem dentro de seu contexto, elas percebem algo maior do que uma sequência de acontecimentos impressionantes.
Havia um povo sofrendo, Deus ouviu seu clamor e agiu para libertá-lo.
Com meus filhos, algumas partes acabam sendo mais leves — principalmente os sapinhos e os gafanhotos.
Outras, especialmente a décima praga, ainda são difíceis para mim como mãe.
Por isso, acredito que podemos respeitar a idade e a maturidade da criança sem deixar de ser fiéis ao que a Bíblia conta.
Por fim, aproveite para baixar gratuitamente as 10 Pragas do Egito para imprimir, com 10 atividades para colorir reunidas em PDF.
Enquanto as crianças colorem, podemos continuar conversando sobre aquilo que aprenderam e ajudá-las a guardar não apenas os acontecimentos da história, mas também seus ensinamentos.




